Troféu Literário 2015: os escolhidos

Livros, Projetos

Olá, pessoas!

No mês passado, eu apresentei a vocês o Troféu Literário 2015, que eu e a Ná, do Além do Livro, estávamos organizando, lembram? Não? Okay. Olhem aqui!
Bom, agora chegou a hora de eu apresentar os meus queridinhos e as decepções de 2015.

And the Oscar goes to…

troféu literário

 

Os melhores e piores

O melhor livro: Toda luz que não podemos ver, Anthony Doerr
O pior livro: Número Zero, Umberto Eco
O livro com a melhor capa: Tampa, Alissa Nutting
O livro com a pior capa: Never Never 2, Colleen Hoover & Tarryn Fisher
O livro que rendeu a melhor adaptação cinematográfica: As vantagens de ser invisível, Stephen Chbosky
O livro que rendeu a pior adaptação cinematográfica: How the Grinch stole Christmas, Dr. Seuss
O título mais genial: Is everyone hanging out without me?, Mindy Kaling
O título mais nada a ver: A arte da procrastinação, John Perry
O melhor enredo: Toda luz que não podemos ver, Anthony Doerr
O pior enredo: Número Zero, Umberto Eco

Os queridinhos

O meu personagem queridinho: Don Tillman (O Projeto Rosie, Graeme Simsion)
O personagem que me deu nos nervos: Eadlyn (A Herdeira, Kiera Cass)
O meu casal queridinho: Katniss e Peeta (A Esperança, Suzanne Collins – releitura)
O casal que me fez querer vomitar: Zuzana e Mik (Feita de fumaça e osso, Laini Taylor)
O personagem coadjuvante que roubou a cena: Anne, a mãe de Audrey (À procura de Audrey, Sophie Kinsella)
O personagem coadjuvante que eu mataria: Boris (O Pintassilgo, Donna Tart)

As surpresas e decepções

O autor que mais me surpreendeu: Laini Taylor
O autor que mais me decepcionou: Colleen Hoover
O livro que mais me surpreendeu: Feita de fumaça e osso, Laini Taylor
O livro que mais me decepcionou: Número Zero, Umberto Eco

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As sensações

O beijo que me fez suspirar: não consegui lembrar de nenhum, logo acho que nenhum é digno de entrar na lista. =/
O trecho que mais me marcou: “[…] we accept the love we think we deserve.” (As vantagens de ser invisível, Stephen Chbosky)
A história que mais me inspirou: Todo dia, David Levithan
O livro que acabou com as minhas lágrimas: Por lugares incríveis, Jennifer Niven
A trama que me causou arrepios: A sangue frio, Truman Capote
O livro que me deixou mais curioso: Tragédia em três atos, Agatha Christie
A obra que me fez gargalhar: Is everyone hanging out without me?, Mindy Kaling
A história da qual eu sinto mais saudades: Isla and the happily ever after, Stephanie Perkins
O crime que me pegou de surpresa: O Pintassilgo, Donna Tart

Os “mais”

A leitura mais difícil: Confess, Colleen Hoover (nem terminei)
A leitura mais fácil: Lost in Translation, Ella Frances Sanders
O livro que li mais rápido: Morando sozinha, Fran Guarnieri
O livro que mais demorei para ler: O Pintassilgo, Donna Tart

E por fim…

Em 2015, minha meta era ler 50 livros e terminei o ano com 44 leituras.
Para 2016, minha meta é ler 50 livros.

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  • Nádia Tamanaha

    Escolhemos as mesmas obras para o melhor livro, melhor capa e o que acabou com suas lágrimas, haha! Não escolhi o Boris como o personagem que eu mataria, mas bem que poderia, viu? Ô cara doido… metade da ruína do Theo é culpa dele, haha! Também sinto saudade de Isla, quem sabe não releio uma hora dessas? Obrigada pela parceria <3
    Beijos

    • Sim!!! O Boris é muito irritante… Que ódio dele!!
      Se sobrar um tempinho, vou tentar reler os 3 da Stephanie esse ano… Saudades de tds!!

      Beijos!!

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