A realidade dos golpes virtuais

Há algumas semanas minha mãe me contou sobre um incidente que aconteceu com ela no Facebook. Um homem a tinha adicionado como amigo e ela, achando que se tratava realmente de um amigo, aceitou. Só após receber uma mensagem esquisita é que ela percebeu que não era o amigo que ela pensava.
A mensagem dizia que ela era um americano, achou minha mãe interessante e gostaria de conhecê-la melhor. Isso em um português típico de Google Translate. Minha mãe apenas respondeu que era casada, mãe de 2 filhos e não tinha nenhum interesse em conhecê-lo. Ele sumiu.
Acessei o perfil do cara para ver qual era a dele. Meia dúzia de fotos, todas com cara de fake, e entre os amigos mulheres, na sua maioria latinas de 40+. Alguém mais sentiu um cheiro de golpe virtual no ar?

Computador noite

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Livros e Escritos nas redes sociais

Olá, pessoas!

O post de hoje é para apresentar as redes sociais do blog (e minhas) para vocês.
Alguns de vocês já devem conhecer, mas para quem ainda não conhece, agora é a sua chance!
Eu sou viciada em redes sociais, então sou muito ativa em todas elas, pelo menos nas mais populares. Vamos lá, então!
PS: a ideia original desse post é da Nádia.

Facebook
Eu tenho meu perfil pessoal para os amiguinhos de carne e osso e virtuais, que são tão amigos que o fato de não nos conhecermos pessoalmente não importa. Mas o que eu vou apresentar para vocês é a página do blog. Não deixe de acessar e curtir!

Instagram
Essa é uma das redes que não é exclusiva do blog. É a minha página do Instagram onde eu divulgo os posts do blog também! Você vai encontrar muitos livros, muitos doces, muitas Blythes e eventuais paisagens, fotos conceituais, selfies, viagens. Me segue lá: @karinaqueroz Continuar lendo

Paz nas redes e amor aos internautas

Eu amo as redes sociais, desde os primórdios. Sempre me interessei por qualquer meio de se comunicar pela internet: chats, blogs, ICQ, MSN, Orkut, Tumblr, Twitter, Facebook… As possibilidades que eles proporcionam são incríveis e isso me fascina.
Mas o que mais me espanta até hoje é a maneira como as pessoas utilizam essas ferramentas. Essa semana eu li um texto da Bia Granja, criadora do Youpix, na revista Galileu, entilado “A era do textão“. Nele, ela fala de como nós usamos as redes para expressar nossa opinião para o mundo.

“As redes sociais viraram um poço de rage e haterismo. Estamos vivendo a “era do textão”, desencadeada por uma noção importante e saudável de aque a internet nos deu poder para opinar e encontrar outras pessoas que corroboram e compartilham o que dizemos. A internet nos deu voz, audiência, e agora tudo o que queremos é ter opinião formada sobre tudo e fazer um textão sobre isso.”

Além disso, ela complementa dizendo o quanto ficamos intolerantes com a opinião alheia e como, depois de um dia lendo tantos posts e tweets com ideias contrárias às nossas, nós nos sentimos esgotados sem saber o porquê.
No meu post “Belém, Belém, nunca mais estou de bem!“, já falei um pouco sobre como as relações de amizade mudaram com o Whatsapp e as diversas mídias sociais. Com os comentários que recebi, concluí que elas podem tanto ajudar a retomar laços há muito perdidos, como prejudicar amizades e relacionamentos de anos.

redes sociais

Futebol, política e religião: a santíssima trindade
Nós ouvimos desde pequenos: futebol, religião e política são coisas que não se discutem. Porém, com o advento da internet, as pessoas esqueceram dessa regra de ouro e é como se sentissem um dever de deixar claro sua posição e impô-la aos demais. Continuar lendo

Todos dubla!

Era 2 de abril. Um dia comum, estava lá fazendo minha tatuagem, quando a começa a rir e fala: “A Rafa está se divertindo com esses vídeos!” Mas eu não podia ver os tais vídeos naquele exato momento. Só quando voltei para casa que entendi do que ela estava falando.
Era muito sensacional, mas eu ainda não tinha compreendido o que era: um site? Um app? Ele modifica a voz? É dublagem? Whatafuckisthat?
Foi assim, minha gente, que fui apresentada ao Dubsmash, que depois daquele final de semana viria a ser o app mais popular do momento.

App Store Brasil

App Store Brasil

Okay. Mas qual a graça?
Espero, de verdade, que não existam pessoas fazendo essa pergunta. Por quê? É óbvio. Nós passamos a vida imitando jargões de programas de TV e filmes, tentamos imitar o jeito e voz de personagens, mas poucos conseguem fazer isso com perfeição. E de repente nós temos o Dubsmash, que permite que todos sejam capazes de reproduzir aquela cena ou frase icônica. É muito divertido de fazer e assistir. Todo usuário de smartphone com senso de humor tem, pelo menos, 20 dubsmashes salvos no celular. (Eu tenho mais, confesso.)
Alguns são tão bons que eu assisto over and over again.

Eu posso fazer?
Qualquer pessoa com um smartphone compatível com o app pode fazer.

Eu sendo Rapunzel em Enrolados, da Disney.

Eu posso fazer bem?
Aí vai da capacidade de atuação e noção de timing de cada um. Eu já vi algumas dublagens péssimas, sem a menor sincronia entre o vídeo e o áudio. Esses rendem risadas de tão tosco e acredito que seja proposital. Porque você pode praticar, regravar o vídeo quantas vezes forem necessárias até acertar o ponto.
Além disso, você pode fazer uma super produção, o que super valoriza o trabalho. Eu sou super preguiçosa e péssima atriz, faço os meus do jeito que eu estiver, sentada ou deitada na cama e não arrisco interpretações que exijam muitas expressões faciais (vide acima).
A Val, minha prima, fez uma produção bacana como Luisa Marilac (lembram dela?) e algumas contas dedicadas ao Dubsmash no Instagram deram regram nela. A arrasou como Joker, como direito a make especial. E a Vivi encarnou o Sr. Smith de Matrix. Continuar lendo

Manual prático do Snapchat

Snapchat. Do inglês “snap”: mover rapidamente, e “chat”: comunicação online em tempo real. Se você tem um smartphone e menos de 35 anos, com certeza já ouviu ou viu esse nome em algum lugar. Mas afinal, o que é isso?

Eu no Snapchat

Eu no Snapchat

O Snapchat foi criado em 2011 como um trabalho de faculdade dos seus fundadores. O aplicativo, disponível para iOS e Android, começou a ganhar popularidade entre os jovens em 2013. Hoje já é febre nos Estados Unidos e está cada vez mais ganhando público no Brasil, e incluindo pessoas com 25+ em sua rede de usuários.

A grande sacada desse aplicativo é que ele não armazena nada do que é enviado. Se você enviar uma mensagem de texto, ela some depois de ser lida. Vídeo? Só fica na tela pelo tempo que ele dura, depois já era. Imagens podem ser programadas para aparecerem na tela por até 10 segundos. Resumindo: você tem uma única chance de ver o que lhe foi enviado. Aproveite!
Nessa singela explicação, deu pra somar os ingredientes e entender a matemática da coisa? Hein? Hein? Hein? NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOO? Okay, eu conto… Continuar lendo