A poderosa chefona, Tina Fey

Resenhas

Título original: Bossypantsa poderosa chefona
Autor:
 Tina Fey
Publicação: 2011 (EUA), 2013 (BRA)
Editora: BestSeller
Páginas: 272
Gênero: não-ficção, memórias, humor
Avaliação: 4 de 5 estrelas

Antes de Liz Lemon, antes do ‘Weekend Update’, antes de Sarah Palin, Tina Fey era só uma jovem com um sonho – um pesadelo recorrente em que ela era perseguida em um aeroporto por seu antigo professor de educação física. Ela também tinha o sonho de, um dia, ser comediante na TV. Ela viu esses dois sonhos se tornarem realidade. Finalmente, a história de Tina Fey pode ser contada. De seus dias de adolescente nerd depravada até se tornar chefe do Saturday Night Live; de sua busca pouco entusiasmada pela beleza física até sua vida como mãe que come coisas do chão; de seu romance unilateral no colégio até sua lua de mel quase mortal – do início deste parágrafo até a última linha. Tina Fey revela tudo e prova algo que sempre suspeitamos; você não é ninguém na vida até alguém chamá-lo de ‘chefe’.

Tina Fey… O que dizer sobre essa mulher sensacional que eu li o livro e  já curto pacas?
Ler os livros dessas comediantes me fizeram pensar muito sobre uma coisa: eu preciso assistir mais comédias. Sério. Além de te fazer rir, elas podem mudar a sua vida. É ou não é uma ótima combinação? Eu acho.

Bom, voltando a poderosa chefona, Tina Fey e seu livro. Eu não sou uma pessoa apegada a artistas naquele nível “preciso ler/assistir/ouvir tudo o que essa pessoa produziu”. Não. Tenho carinho especial por alguns, como Britney Spears, Renée Zellweger (antes dela ser geneticamente modificada) e Quentin Tarantino.
Dessa forma, fiquei muito surpresa ao saber de alguns trabalhos da Tina porque, sinceramente, eu nunca tinha reparado que era ela lá, ou não fazia ideia de que ela era produtora de uma série que já ganhou tantos Emmys. Eu era uma alienada.

“Aprendeu a lição? Quando as pessoas dizem que você realmente, realmente precisa fazer alguma coisa, quer dizer que não precisa nada. ninguém nunca diz: ‘Você realmente, realmente precisa ter o seu filho durante o trabalho de parto.’ Quando é verdade, não precisa ser dito.”

Tina Fey é uma mulher muito espirituosa, com uma mente aberta e defensora dos seus valores. Uma vencedora em um mundo dominado pelos homens. Mas ela também tem suas fraquezas, medos e receios. Ela é gente como a gente e deixa isso muito bem colocado em seu livro.
Ela não tenta fazer você gostar dela, é uma coisa natural… Assim como pode ser natural você não suportá-la após essa leitura. Será totalmente subjetivo.

“As pessoas gays não tentam converter as outras. Essas são as testemunhas de Jeová.”

Como os outros dois livros resenhados aqui com a mesma temática (Não sou uma dessas e Is everyone hanging out without me?), A poderosa chefona é um retrato da vida de Tina Fey, desde sua infância, passando pela faculdade, seu emprego no YMCA, sua entrada numa companhia de teatro, onde conheceu Amy Poehler, até o Saturday Night Live e 30 Rock.
A leitura é interessante e divertida, mas eu demorei duas semanas para terminar o livro. Confesso que raramente pego em livro no final de semana, estou lendo um outro paralelamente, me re-viciei em um joguinho no celular e ainda estou me recuperando de uma ressaca literária (só vejo desculpas e quero soluções, deuses da leitura).

“Como era o meu quadril? Eu não sabia que quadril era um problema. Achei que só havia gordas e magras.
Foi assim que descobri que existe um número infinito de coisas que podem estar ‘incorretas’ no corpo de uma mulher.”

Você reconhece essa reflexão de algum lugar? Pois é. Aprendi várias coisas com esse livro:
– Tina Fey foi a roteirista de Meninas Malvadas;
– Amy Poehler interpretou a mãe de Regina George;
– Jimmy Fallon era do Saturday Night Live;
– Tina Fey tem uma cicatriz no rosto;
– Os roteiristas do SNL fazem xixi em copos que deixam por aí;
– Etc.

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